Refúgio. Por que precisamos de um?

Quando as coisas estão caóticas, quando você estão sem chão, sem conexão com a vida, onde você busca apoio e segurança?  Onde você se sente em casa? Onde você busca refúgio?

Refúgios mais comuns

Um refúgio pode ser um local, uma lembrança, Deus, uma pessoa amiga ou até mesmo um hábito negativo, como a reclamação.

É comum pessoas se refugiarem no vitimismo, no papel de injustiçados e esta é uma condição muito complexa pois ninguém em sã consciência constrói um castelo de ruínas para si mesmo.

É preciso coragem para praticar o autoconhecimento e reconhecer que estamos adaptados e nos sentimos seguros em uma condição negativa. Dói, e nosso inconsciente sabendo disso não nos deixa enxergar. E é por isso, que a autocompaixão é tão importante. Quando eu me trato com gentileza, me abro mais e o processo de autoconhecimento se aprofunda.

Mindfulness como refúgio

Mindfulness ou Atenção Plena é um estilo de vida, um treinamento educacional do corpo e da mente. Eu aprendo a perceber o que está acontecendo comigo: meus pensamentos, emoções e sentimentos ou seja saio do piloto automático e me torno mais consciente.

Mindfulness pode ser um refúgio maravilhoso, um verdadeiro milagre, se for praticado diariamente. É uma maneira de saborear a vida, de tornar pequenos momentos grandiosos acontecimentos.

Um refúgio é algo vivente. É um espaço onde podemos planejar o próximo passo, o próximo momento. O próximo momento é incerto e mesmo assim o refúgio é seguro porque trabalhamos as nove atitudes, cunhadas por Jon Kabat-Zinn, o pai do Mindfulness no ocidente.

As nove atitudes são: mente de principiante, não julgar, ser paciente, deixar ir, não lutar, ser confiante, ser grato, ser gentil, aceitar.

 

 

 

 

 

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