Os cinco vilões de uma vida extraordinária

 

 

 

 

 

 

 

Você ainda não tem a sua vida dos sonhos? Deseja, planeja, mas não sente que avança? Cuidado! Esses cinco vilões podem estar fazendo morada na sua vida. Vamos conhecê-los?

 

1. MEDO

O medo não necessariamente é um mal sinal pois faz parte do instinto de conservação,  mas o excesso ou quando mal aplicado pode causar transtornos.  O medo é a base de todos os nossos vícios: ganância, orgulho, inveja, ciúmes, crueldade, etc. Vamos a alguns exemplos: ciúme é o medo de perder o ente querido, a pessoa que brilha muito pode causar medo em outras pessoas de não conseguir seu espaço etc. E qual o melhor remédio contra o medo? É a fé, a confiança e esperança.

O que se deve fazer para fortalecer a fé? O conhecimento! Disse um grande mestre “conheceis a verdade e a verdade vos libertarás”. O autoconhecimento é a estrada obrigatória. Com a experiência você terá o testemunho do seu avanço.

Lembrando que o medo pode significar que uma verdadeira mudança está a caminho. Se você não bater em muitas portas erradas antes, não reconhecerá a porta certa e nem vai perceber se essa porta está exatamente na sua frente e aberta.

Também é necessário verificar a possibilidade do medo de dar certo, um processo clássico de autossabotagem. Por trás desse medo pode ter uma crença de não merecimento e de incapacidade de manter a conquista por muito tempo.

A consequência mais linda da libertação do medo, é que quando você se livra, dá permissão para que outras pessoas também se livrem do próprio medo ou por inspiração ou por ser mais uma pessoa que pode auxiliar os outros, em um lindo trabalho de servir.

 

2. PROCRASTINAÇÃO

Procrastinar não é sinônimo de preguiça. Uma matéria que saiu no New York Times em 2019, enfatiza que procrastinar é ter dificuldades de lidar com emoções difíceis ou porque a tarefa é muito grande, entediante ou sei lá o que quais outros motivos.

Procrastinação é autoflagelo segundo, segundo  Piers Steel, professor de psicologia motivacional da Calgary University.

É autoflagelo pois procrastinamos mesmo sabendo que vamos arcar com as consequências no futuro e mesmo assim adiamos a tarefa. A procrastinação causa muito desconforto, sensação de fracasso e pode estar associada à ansiedade e depressão.

Os transtornos são maiores ainda quando a tarefa a ser realizada não tem um prazo, como decisões de fazer um curso, terminar um relacionamento ou mudar de profissão.

Já que procrastinar é ter dificuldades com emoções e não uma questão de gerenciamento de tempo, não adianta baixar aquele aplicativo de gerenciamento de tempo, planner ou agenda. Aprofundar no seu autoconhecimento, ter consciência do que está acontecendo aqui e agora com seus pensamentos, emoções e sentimentos é o caminho para vencer a procrastinação.

O Mindfulness oferece técnicas que vão auxiliar no aprofundamento do autoconhecimento e alavancar a autotransformação de forma verdadeira.

 

3. TEMPO

Não ter tempo é o mantra da atualidade e é até chique afirmar isso. Uma vida ocupada é considerada por muitos como uma vida bem sucedida, Mas na verdade o que ocorre é um desperdício de tempo e muita disciplina para o dia não render. Sim, disciplina! É preciso muita disciplina para procrastinar e dispersar a mente.

Uma mente não focada no momento presente, que vive no passado ou no futuro aprendeu em algum momento. Foi preciso disciplina, fazendo todos os dias e atravessando os anos.

Você já deve ter lido por aí, que não é falta de tempo mas sim de prioridades. O que realmente importa? O que deverá vir primeiro? É aqui que o tempo sobra, nestas decisões.

Muitos de nós afirmamos que não temos tempo, mas perdemos tempo com as mídias sociais. Para se certificar disso basta olhar no seu aparelho de celular quantas horas você esteve logado durante o dia. É muito comum também a afirmação que não se tem tempo para meditar. Uma pessoa que não tem 10 minutos para meditar está precisando muito mesmo da prática da meditação! Ao meditar por 10 minutos, diariamente, o praticante vai adquirir mais foco e concentração, o que justamente vai lhe ajudar no desperdício do seu tempo.

 

4. DINHEIRO

Esse vilão é muito comum! Exceto em situações muito drásticas como a miséria, sempre é possível ´poupar. Ter um planejamento orçamentário com despesas fixas, gastar menos do que ganha e ter prioridades são essenciais.

Recomendamos muito o estilo de vida Minimalismo. O minimalismo possui ferramentas para aprendermos a lidar com o consumismo desenfreado, a lidar melhor com o dinheiro e escolher o essencial para viver.

Tenho notado que muitas pessoas com problemas financeiros não tem educação financeira. Uma pessoa que está com a conta bancária negativa não deveria comprar água na rua ou até mesmo fazer algumas refeições. É possível carregar água de casa e alimentos rápidos como frutas. Existem tantas bolsinhas térmicas lindas no mercado! Fica até chique e além de cuidar do seu dinheiro você estará cuidando da saúde também.

Assim como o tempo dinheiro é prioridade. Muitas pessoas que afirmam que não tem dinheiro, que reclamam da situação financeira do país e gastam muito dinheiro com um aparelho celular, roupas, sapatos e com isso não sobra dinheiro para viagens, livros, terapias ou cursos de educação emocional.

Novamente aqui o estilo de vida mindfulness pode ajudar. Desenvolvendo a consciência do que está acontecendo no momento, pensamentos, emoções e sentimentos fica mais fácil o controle dos impulsos consumistas.

 

5. FALTA DE CLAREZA

Sem clareza tudo pode acontecer. Tudo mesmo, inclusive tudo dar errado. Quando temos clareza fica mais fácil traçarmos objetivos e metas. A clareza nos ajudar a localizar o nosso porquê e para isso é necessário saber a sua motivação.

Exercícios de visulização são essenciais, pois ao imaginar a mente não sabe reconhecer em qual tempo estamos, se no passado ou no futuro. Ao imaginar o sonho já realizado, o corpo se beneficia com os neurotransmissores do bem e uma corrente de plenitude se instala.

A clareza também ajuda a repensar e mudar rotas, se necessário ou até mesmo se a desistência é a melhor saída. Tenha uma margem de erros, não adote o 8 ou oitenta, permita-se falhar mas retome se o seu porquê ainda estiver firme.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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